PODEMOS SER CRIANÇAS SAUDÁVEIS

PODEMOS SER CRIANÇAS SAUDÁVEIS
A UNIÃO DE TODOS É FUNDAMENTAL!

CONHEÇA O POSCRIS

O Projeto Podemos Ser Crianças Saudáveis iniciou as suas atividades em 2003, através de visitas domiciliares nas comunidades carentes do município de Macaé. As visitas eram realizadas por um grupo de 20 (vinte) voluntários integrantes do Grupo “Resgatando Vidas”. Este nome expressava a preocupação de cada componente em resgatar pessoas, independente de cor, raça, posição social ou religião. Através das visitas identificou-se uma triste realidade: um grande número de crianças e adolescentes envolvidos com o tráfico de drogas. Percebeu-se, então, a necessidade de uma ação mais concreta e eficaz no sentido de solucionar ou amenizar tal problema. Surge o POSCRIS.
Durante pouco mais de três anos, o POSCRIS funcionou subsidiado pelo voluntariado de moradores e amigos. Sem sede própria, funcionou na Associação de Moradores do Botafogo e num templo religioso na Malvinas. Passamos, então para um imovel alugado, onde permacemos ate 2011. Hoje a sede do projeto esta localizada em imovel próprio, adquirido atraves de parcelas fixas que se encerram  em 2014 possibilitado por doações. O espaço atual nos permitiu evoluir enquanto instituição, melhor qualidade nas atividades oferecidas, elevar a credibilidade junto às famílias e comunidades envolvidas, e melhor contextualizar nossas ações sociais no município.
Todo nosso recurso financeiro e' conseguido atraves de doações de pessoas fisicas na maior parte, e atraves de alguns parceiros Pessoa Juridica.
Nossos educadores são todos voluntarios. E não contamos com nenhuma verba governamental, mesmo tendo direito.
Dentro desse contexto, o POSCRIS vem buscando cumprir o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente e a demais existentes.
As atividades desenvolvidas contribuem para a diminuição do índice de crianças envolvidas com as drogas e prostituição; para o fortalecimento dos laços familiares, visto que, devido algumas atividades, tanto os pais quanto os filhos demonstram ter descobertos a importância do dialogo e dos limites dentro e fora do lar; e para a preservação do meio ambiente, através da reciclagem de alguns materiais que são utilizados na oficina de artesanato.
Os benefícios do projeto são visíveis, pois é possível observar entre os assistidos, a formação de um novo caráter e, conseqüentemente, de uma nova forma de encarar a vida, ou seja, com mais disciplina e com uma esperança em relação ao futuro, mesmo morando em bairros tão carentes.
 
  • Malvinas e Botafogo são duas das comunidades de maior crescimento populacional em Macaé, alimentadas por muitas dificuldades, principalmente falta de qualificação profissional de seus moradores, o que contribui para expansão do comércio e, por conseguinte, do uso de drogas.
  • É do conhecimento público o crescente envolvimento de crianças e adolescentes com o tráfico, o que nos obriga a concluir que se não oferecermos alternativas de ocupação do tempo, conhecimento e/ou reforço de valores afins com uma vida de qualidade, muitos daqueles que já estão envolvidos, não sairão e não terão futuro, e outros que ainda não estão, muitas se envolverão em tempo não muito distante.
  • As comunidades da área de ação do POSCRIS – Botafogo, Malvinas e adjacências, possuem grande quantidade de crianças e adolescentes “prestando serviços” ao tráfico de drogas. Quando não são elas, são os pais. Por falta de condições econômicas e financeiras, se envolvem na atividade ilícita na busca de recursos para satisfações das necessidades pessoais.
  • Não estamos inventando a roda. Sabemos que, oferecendo as atividades que fazem parte do rol das ações da instituição, retirando as crianças e pré-adolescentes do convívio cotidiano com o tráfico, reforçando a parte escolar, projetando-os no futuro, através de atividades sadias, contribuiremos para minimizar a violência, dar tranqüilidade aos pais, etc.
  • Por ser uma instituição genuinamente local, trabalhando com pessoas da localidade, com a credibilidade que tem em função do histórico de ações já desenvolvidas, certamente passaremos a mensagem de que é possível fazer mais, tanto para os moradores, quanto para nós mesmos, diretores/colaboradores.
  • É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respei-
to, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”. Artigo 4º-
Estatuto da Criança e do Adolescente.
  • O parágrafo acima determina-nos a necessidade de ação.
  • Há muito que ser feito. Estamos muito longe do ideal, mas, temos certeza, podemos continuar fazendo. Mais que isso, podemos fazer mais.

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